A onda do turismo colaborativo e a relação com a hotelaria

A onda do turismo colaborativo e a relação com a hotelaria

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Você sabe o que é turismo colaborativo? E como essa tendência pode influenciar o setor hoteleiro?

A incorporação da tecnologia no cotidiano das pessoas e a possibilidade de se estar conectado 24h por dia permite o surgimento de novos serviços e da readequação da economia tradicional.

Nesse cenário movido a tecnologia, nasce a chamada “economia colaborativa”, em que através da internet as pessoas têm acesso a serviços e bens que pertencem a outras.

Na hotelaria, o turismo colaborativo têm despertado o interesse e gerado curiosidade entre muitos turistas. Mas ainda existem diversas dúvidas sobre seu funcionamento, se é seguro e quais outros pontos devem ser tratados com cautela ao escolher esse modelo.

O turismo colaborativo

Uma das grandes revoluções da economia compartilhada para a hotelaria foi a criação de sites que oferecem serviços paralelos de hospedagens como as residências particulares.

Esse novo modelo de hospedagem é ideal para as pessoas que desejam viajar e conhecer novos lugares, sem gastar muito. Aplicativos de caronas colaborativas também fazem sucesso entre esse público.

É fato que ao pesquisar em grupos, sites e redes sociais encontra-se diversas opções de viagens acessíveis e ao alcance de todos. Nessas plataformas os viajantes encontram opções de hospedagem em hostel, apartamentos e casas de pessoas que alugam quartos para turistas e até caronas com ótimos preços.

Perfil

É inegável dizer que não há benefícios no turismo compartilhado, mas vale lembrar que nem todos aderem a essa nova tendência de consumo e comportamento nos meios de hospedagem. Ela apresenta peculiaridades que podem afastar determinados perfis de clientes.

Para o público que preza por segurança acima de qualquer outro requisito, a hotelaria tradicional ainda é a mais escolhida pelo volume de informações que podem ser confirmadas rapidamente. Além disso, quem viaja em família ou a trabalho, a privacidade e a praticidade que um hotel oferece – não ter que dividir um imóvel com anfitriões desconhecidos, café da manhã pronto, quartos limpos e arrumados, por exemplo – são pontos decisivos na hora de escolher uma estadia.

De acordo com pesquisas, o perfil dos usuários de sites e aplicativos colaborativos não é o mesmo da hotelaria. Esta tendência agrada viajantes aventureiros, com interesse em economizar e em viagens mais sustentáveis.

Esse novo modelo estimulou as pessoas a viajarem pelo custo x benefício, aumentando os rendimentos na área do turismo. O público que utiliza essas ferramentas digitais prefere conhecer lugares localizados fora dos destinos tradicionais e gostaria de viver como um nativo, conhecendo a cultura local.

Ameaça a hotelaria?

Toda essa novidade gera questionamentos e discussões sobre o modelo tradicional de hospedagem em hotéis. Mas essa tendência vem para desafiar a hotelaria convencional, uma vez que ela terá que se adaptar a este novo perfil de hóspede. Os hotéis sempre terão suas vantagens nos serviços e na comodidade, mas seu desafio será atrair o público que já teve a oportunidade de vivenciar a experiência compartilhada.

A economia e o turismo colaborativo possibilitam o acesso ao turismo para mais pessoas, impactando diretamente a área. A escolha da melhor forma de hospedagem depende da situação, do investimento, e do objetivo da viagem. Por isso, seja para o modelo de hotelaria convencional ou em meios compartilhados, ambos terão seu público adequado.

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