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Como enfrentar a falta de mão-de-obra qualificada no setor hoteleiro?

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O turismo brasileiro cresce a cada ano. Atualmente, segundo dados do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), o Brasil é a sexta economia do mundo em turismo. O setor já representa mais de 9% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, o que representa cerca de R$ 444 bilhões, conforme dados do Ministério do Turismo. Por isso, o desenvolvimento da atividade turística demanda um investimento cada vez maior para assegurar a oferta de leitos na rede hoteleira. Mas se o turismo e o setor de hotelaria crescem, o mesmo não se pode dizer da mão-de-obra qualificada para atuar neste mercado.

Falta mão-de-obra qualificada no setor hoteleiro

A falta de pessoal especializado pode provocar uma série de problemas em um hotel ou uma pousada. Como em toda empresa, há a necessidade de garantir a produtividade. E a produtividade de um estabelecimento do ramo de hospedagem se constitui, entre outros aspectos, no bom atendimento e na operacionalização eficiente. O mau atendimento ou um serviço prestado com qualidade abaixo do esperado pode resultar na insatisfação do cliente, que deixará de procurar o estabelecimento em uma nova ocasião e, além disso, não o recomendará a seus amigos e conhecidos.

Sem mão-de-obra de qualidade na quantidade ideal, o estabelecimento se vê na necessidade de contratar um número maior de funcionários. Por serem profissionais despreparados, terão dificuldades em executar suas tarefas com mais eficiência, o que aumentará em muito o custo para gerenciar o hotel ou pousada.

Como contornar esse problema?

O que se deve fazer, então, para manter um quadro de pessoal com qualidade? Há algumas iniciativas que tem reduzido esse problema. Em alguns casos, tanto no setor público quanto no privado, há investimento na abertura de novas escolas de hotelaria. Entidades de classe, como associações e sindicatos, também vêm propondo ações de capacitação. Buscar candidatos a atuarem em seu estabelecimento junto a essas iniciativas pode ser uma solução.

Outra medida é investir na capacitação dos funcionários por iniciativa do próprio hotel. Neste caso, é necessário oferecer programas estruturados de treinamento, o que pode aumentar os gastos do seu negócio em um primeiro momento, mas garante bons resultados a médio e longo prazo.

Oferecer melhores salários ou estabelecer uma política de remuneração mais atraente também contribui para diminuir a rotatividade de pessoal, fazendo com que o trabalhador permaneça no emprego por mais tempo e atraindo novos funcionários qualificados.

De qualquer forma, estas são medidas paliativas, uma vez que, como foi destacado inicialmente, o setor hoteleiro cresce a cada ano. Com o crescimento, haverá a necessidade de contratar mais e mais. Se a formação de pessoal especializado não ocorrer na velocidade que o mercado de hotéis necessita, corre-se o risco eminente de estagnação.

Você já teve problemas desse tipo em seu empreendimento? De que forma conseguiu superá-los? Deixe um comentário!

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