Durante muito tempo, a gestão de uma pousada independente no Brasil seguiu um padrão comum: caderno, caneta, planilhas improvisadas e muito esforço manual para “dar conta” da operação. Um sistema para pousada não era considerado.
O problema é que esse modelo até funciona no início, mas se torna um freio silencioso quando o negócio cresce.
O case do Chalé Suíço Bombinhas, em Bombinhas/SC, mostra exatamente como a virada para a automatização pode transformar não só a gestão, mas também a tomada de decisão, a rentabilidade e a qualidade de vida do gestor.
Este é um caso real de como tecnologia, organização e dados, quando bem aplicados, mudam o jogo da hotelaria independente.
Índice
Quem é o Chalé Suíço Bombinhas e quem é o Roger
Antes de falar de sistema, é importante entender o contexto do negócio e de quem está por trás dele.
De investidor imobiliário a hoteleiro sem querer
Roger Olinger não começou sua trajetória com o objetivo de ser hoteleiro.
Investidor imobiliário, ele idealizou o Chalé Suíço Bombinhas inicialmente como um projeto para venda. A ideia era simples: construir algo diferenciado, vender para outro investidor e seguir com outros projetos.
No entanto, na primeira temporada, entre 2019 e 2020, a demanda surpreendeu.
Mesmo sem marca consolidada, sem histórico e sem experiência em hotelaria, as reservas vieram em volume tão alto que o plano mudou. Roger decidiu assumir a operação e, ali, começou uma nova jornada.
O conceito da pousada: um pedacinho da Suíça em Bombinhas
Inspirado por viagens à Suíça, o Chalé Suíço Bombinhas nasceu com uma proposta clara: unir rusticidade, conforto e experiência sensorial. Madeira aparente, clima acolhedor e um contraste proposital com o estereótipo tradicional de hospedagem de praia.
A proposta não era vender apenas “uma diária”, mas criar uma vivência memorável, algo que mais tarde se tornaria um dos grandes diferenciais competitivos do negócio.
O início: gestão no papel, régua e caneta
Todo negócio tem um começo. No caso do Chalé Suíço Bombinhas, ele foi literalmente manual.
Primeira temporada: sucesso de procura, gestão improvisada
Com seis unidades habitacionais no início, toda a operação era controlada no papel. Reservas anotadas à mão, controle de datas com régua, confirmação manual com hóspedes e nenhuma visão consolidada da operação.
O resultado? Alta ocupação, mas zero previsibilidade.
As limitações do modelo manual
Apesar do sucesso inicial, o modelo rapidamente mostrou suas fragilidades. O risco de erro era alto, a visão financeira era limitada e qualquer crescimento exigiria mais tempo, mais esforço e mais estresse.
Ou seja, era impossível escalar ou profissionalizar a gestão daquela forma.
A virada de chave: entrando na era da tecnologia com a Hospedin
A mudança começou com uma indicação simples, mas decisiva.
A indicação do PMS e do motor de reservas
Um amigo próximo, que já atuava com consultoria, indicou a combinação de PMS, motor de reservas e gerenciador de canais da Hospedin. A decisão inicial foi testar, sem grandes expectativas, apenas para “ver como funcionava”.
A experiência com o trial: “impossível voltar atrás”
Após o período de teste, a percepção foi imediata. Nas palavras do próprio Roger, voltar ao modelo anterior seria como “andar de Ferrari e querer voltar para um Fusca”.
A comparação não era exagero: o ganho de controle, clareza e agilidade foi evidente desde os primeiros dias.
PMS, motor e gerenciador como base da operação
Com os canais integrados, tarifas centralizadas e informações organizadas em um único lugar, a operação ganhou consistência.
Sendo assim, o sistema deixou de ser apenas um apoio operacional e passou a ser o centro da gestão.
Gestão à distância e decisões inteligentes com dados
Talvez um dos pontos mais marcantes do case seja a liberdade que a tecnologia trouxe.
Administrando a pousada de um navio rumo a Barcelona
Em um dos relatos mais emblemáticos, Roger conta que estava em um navio, em travessia até Barcelona, e conseguia acompanhar a ocupação da pousada em tempo real. Ajustava tarifas, identificava janelas de baixa ocupação e fechava semanas inteiras sem estar fisicamente no Brasil.
Isso só é possível quando dados e sistemas trabalham juntos.
Relatórios que mostram a verdade do negócio
Com poucos cliques, Roger passou a ter acesso a informações como:
- Quanto vendeu em cada mês
- Quais canais geram mais resultado
- Quem já pagou, quem está hospedado e quem ainda vai chegar
Essa clareza mudou completamente a forma de decidir.
Identificando gargalos e melhorando margens
Um exemplo prático foi o custo elevado de energia elétrica. Ao analisar relatórios, Roger identificou o impacto direto no resultado e decidiu investir em um sistema fotovoltaico.
Desta forma, o resultado foi uma redução significativa de custos e um investimento com retorno claro e previsível.
Diferenciação de produto: muito além de “praia e quarto”
Enquanto muitos concorrentes disputam preço, o Chalé Suíço Bombinhas seguiu outro caminho.
Lareira, hidromassagem e café da manhã em cesta de piquenique
Todas as unidades contam com lareira, hidromassagem ao lado da cama, roupas de cama premium e café da manhã entregue na porta, em cestas de piquenique.
O foco é criar um clima de inverno europeu em uma cidade litorânea.
Criando um nicho que não existia na cidade
Enquanto Bombinhas vende majoritariamente verão e praia, o Chalé Suíço passou a vender romance, conforto e experiência, inclusive em dias frios ou chuvosos. Isso abriu um nicho praticamente inexistente na região.
Instagramável e memorável
Madeira, flores, gramado e estética diferenciada transformaram o espaço em algo altamente compartilhável. Não é apenas hospedagem, é cenário de memória.
Self check-in, autonomia e experiência fluida do hóspede
A inovação também chegou à operação.
Check-in sem contato e com eficiência
O Chalé Suíço utiliza cofres de chave com código, vídeos explicativos e comunicação clara via WhatsApp. O hóspede entra, se instala e aproveita a experiência sem fricção.
Check-out autônomo e confiança no hóspede
No check-out, o hóspede confere o frigobar, faz o pagamento por conta própria e devolve a chave. Segundo Roger, as perdas são mínimas, quase inexistentes.
Tecnologia sem perder hospitalidade
Mesmo sem contato físico, o cuidado permanece. Mensagens bem construídas, orientações claras e atenção aos detalhes mantêm o sentimento de acolhimento.
Concorrência predatória x gestão consciente de preços
O mercado de Bombinhas enfrenta um desafio sério.
Diárias abaixo do custo
Muitos concorrentes precificam sem conhecer seus próprios custos, entrando em uma guerra de preços que compromete a sustentabilidade do negócio.
Por que o Chalé Suíço não entra nessa guerra
Com custos estruturados e dados claros, Roger precifica com consciência.
Sendo assim, ele sabe quanto custa manter uma unidade aberta e quanto precisa ganhar para manter o negócio saudável.
Como a Hospedin ajuda nessa clareza
Relatórios, visão consolidada e organização financeira permitem decisões racionais, mesmo em cenários competitivos.
O papel da Hospedin na jornada do Chalé Suíço
Mais do que um sistema, a Hospedin foi um divisor de águas.
Da “era das cavernas” à gestão inteligente
O próprio Roger resume: sem PMS, hoje, é como voltar para a era das cavernas. A diferença entre antes e depois é gritante.
Crescer sem perder qualidade de vida
A tecnologia permitiu viagens, tempo com a família e liberdade geográfica, sem perder o controle do negócio.
Conteúdos e treinamentos que ampliam visão
Além do sistema, os conteúdos e treinamentos ajudaram o Roger a entender custos, precificação e fundamentos de gestão que valem para qualquer porte de hotel.
Dicas do Roger para outros hoteleiros independentes
Ao olhar para trás, Roger deixa aprendizados claros:
- Ter um produto realmente diferenciado;
- Adotar um bom PMS com gerenciador de canais e motor de reservas;
Conhecer profundamente seus custos; - Usar dados para precificar e decidir;
- Explorar nichos pouco óbvios, inclusive o público local.
O que esse case prova sobre a hotelaria independente em 2026
O case do Chalé Suíço Bombinhas prova que diferenciação sem gestão não se sustenta, e gestão sem dados não escala.
Em 2026, a hotelaria independente que prospera é aquela que une experiência, tecnologia e inteligência operacional.
A Hospedin aparece nessa jornada não como “mais um sistema”, mas como uma parceira estratégica de decisão.
“Sem um PMS hoje, é como voltar para a era das cavernas.”
“Colocar a Hospedin foi como sair de um Fusca e entrar numa Ferrari.”
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